Capa ilustrativa gerada por IA; não retrata pacientes reais nem um atendimento clínico documentado.
O Dia Mundial da Fisioterapia, celebrado nesta terça-feira, 8 de setembro, dedica a campanha de 2026 às doenças cardiovasculares e ao acidente vascular cerebral (AVC). A World Physiotherapy, organizadora da iniciativa, destaca o papel da fisioterapia e da atividade física na prevenção, no cuidado e na reabilitação dessas condições.
Os materiais da campanha são voltados ao público e aos profissionais. O enfoque é ampliar a compreensão sobre o cuidado, não divulgar uma terapia recém-aprovada ou estabelecer uma receita de exercícios que sirva para todos. Para quem passou por um AVC, a discussão envolve recuperar ou adaptar atividades importantes do cotidiano.
Mais autonomia, não apenas força muscular
A Organização Mundial da Saúde descreve a reabilitação como um conjunto de intervenções para melhorar o funcionamento da pessoa em interação com seu ambiente. Isso pode incluir movimento, comunicação, alimentação, participação no trabalho e adaptações para tornar a casa mais segura. O objetivo vai além do desempenho em um exercício isolado.
Entre os exemplos apresentados pela OMS estão o treinamento de força, movimentos e equilíbrio após AVC e a orientação para que pessoas com doença cardíaca se exercitem com segurança. As intervenções são escolhidas conforme objetivos e preferências individuais. Portanto, a mensagem da campanha não deve ser interpretada como autorização para iniciar uma rotina intensa por conta própria depois de um evento cardiovascular.
Onde a fisioterapia entra no SUS
Segundo o Ministério da Saúde, a reabilitação pode ser oferecida em diferentes pontos da rede pública, com parte importante da oferta concentrada nos Centros Especializados em Reabilitação (CER) e em outros serviços especializados. Esses centros costumam ter abrangência regional, não necessariamente restrita a um único município.



